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28 de fevereiro, 2005

Desisto

soma.jpg


Não posso mais.

Levo com o Windows desde a versão 2.0. Por vezes até gostei. A maior parte das vezes odiei.

Chega. Não só vou comprar um destes como também vou picar os miolos a toda a gente que eu conheço para largar de vez a porra do Windows.

27 de fevereiro, 2005

No man's land

O Jorge Palma sempre me crispou e nunca percebi porquê.

Eu até gosto. Verdade seja dita, gosto mais da personagem do que própriamente da música (seja quem for que vai fazer jam sessions ao Johnny Guitar com os Xutos tem que ter alguma coisa que se aproveite...)

Tudo isto porque hoje percebi o que é que me crispa. Estou a mudar de casa e a olhar para objectos em que não mexo há anos e um desses objectos foi um disco (disco, sim, em vinil) do Jacques Higelin e de repente fez-se luz: o Jorge Palma 2005 é o Jacques Higelin 1981. E veio-me à boca o mesmo sabor misturado de amargo, seco e doce daquelas sementes que servem nos restaurantes indianos no fim da refeição (sof? será?). Pois é.

Nada disto é particularmente interessante, mas como me vou esquecer, assim fico com mais um apontador para me lembrar de comprar (sim, comprar) um disco do Jorge Palma.

25 de fevereiro, 2005

Delírio

Não que eu as conheça de lado algum, mas estou disposto a apostar que o facto de as Delirium se quererem separar é uma boa notícia.

Mas não.

Afinal além das Delirium, vamos ter também mais uma Deliria a solo...Lembrem-me de não ligar a televisão.

22 de fevereiro, 2005

Tudo

Tudo o que não dás perde-se.

21 de fevereiro, 2005

Terence lives

Nada como um reboot nestes tempos de "mudança"

Ozzie and Harriet Soylent Green

Business as usual is no longer an option. There is no middle way. There is no Ozzie and Harriet third millenium scenario. The choices are either a hideous, nightmarish world, a Soylent Green kind of world. A world where people of privilege defend that privilege with tremendous establishments of armament and propaganda and the rest of the world slips into poverty, starvation, desparation and death. This is the kind of world that rationalists fear, and it's also the only kind of world they can imagine because they are bankrupt of inspiration and ideas. So the entire effort of the Establishment has become one of holding down panic, keeping the ball in play, keeping ordinary people and ordinary populations quiescent through drugs which are not psychedelic, through forms of media which are not transcendental and inspiring, but which are narcoleptic and deadening. This is the fiction that we live in. This is why our situation feels so schizophrenic. Of course as we go through this presidential election the contradictions are heightened almost to the point off nausea because what is under discussion is what manner of fine-tuning shall be applied to the social machinery in order to make it possible to hold together the illusion of business as usual - and the answer is there is no such fine-tuning, it's all finished. Instead what is needed is a radical openness to new ideas of all sorts.


Terence McKenna, aqui

Ah bom

A direita ganhou. A esquerda perdeu. Não, ao contrário. Whatever.

20 de fevereiro, 2005

Virgem

Eu não sabia que o Paulo alojava blogs (blogues?). Descobri agora. E como tenho saudades, vou também ter um. Prontos.