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<title>não tenho mão em mim</title>
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<tagline>(é que isto é mesmo assim)</tagline>
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<title>Mudámos de instalações</title>
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<![CDATA[Fartei-me do MT. O Wordpress &eacute; mais funky. Estou agora <a href="http://blog.sulfurio.com" target="_blank">aqui </a>(e o feed de RSS, <a href="feed:http://blog.sulfurio.com/feed/" target="_blank">aqui</a>)<br />]]>

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<title>Amigos</title>
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<dc:subject>Rascunhos</dc:subject>
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<![CDATA[â€œNÃ£o tenho amigosâ€<br><br>S momentos depois de o ter dito Ã© que me apercebo da expressÃ£o meio triste, meio intrigada com que ela me olha. Dou-me conta que nÃ£o quero que ela me veja como se eu fosse uma daquelas pessoas sobre as quais ela lÃª ou que aparecem em filmes independentes neo-zelandeses que ganham imensos prÃ©mios em festivais.<br><br>Normalmente estaria-me-ia nas tintas; as conversas que tenho tido nos ltimos anos nÃ£o tÃªm nunca seguido um caminho em que a frase â€œnÃ£o tenho amigosâ€ possa ser um dos seus passos plausveis. Alis as conversas que tenho tido nÃ£o tÃªm tido passos sequer. Plausveis ou nÃ£o.<br><br>Mas esta conversa nÃ£o estava a ser como as outras e eu nÃ£o me queria deixar catalogar com uma frase tÃ£o bvia. Ou tÃ£o oca.<br><br>â€œTenho amizades, amigos nÃ£o. NÃ£o cultivo amigos Ã© s issoâ€. Sorri. E arrependi-me logo de seguida.<br><br>Conhecemo-nos h menos de uma hora. Estvamos os dois na livraria a folhear a mesma revista, na mesma pgina e rimos ao mesmo tempo da mesma parvoce.<br><br>Da atÃ© estarmos sentados Ã  mesa de um cafÃ© nÃ£o foi s um passo, mas sim uma sÃ©rie de passinhos que ela me obrigou a caminhar. Uma coisa Ã© olhar e sorrir para o outro ao mesmo tempo e deixar a coisa por a, outra Ã© perguntar-me â€œo que Ã© que eu achoâ€ do autor do artigo.<br><br>â€œO que Ã© que eu acho?â€ pensei. â€œComo assim, o que Ã© que eu acho? Acho um monte de coisas, e entÃ£o?â€<br><br>Respondi-lhe: â€œgosto muitoâ€. Sorri. E arrependi-me logo de seguida. Raisparta, j sento a enciclopÃ©dia a borbulhar dentro de mim e mais minuto menos minuto vou comeÃ§ar a debitar toda a trivia de que me consigo lembrar sobre o Vonnegut e nÃ£o vou conseguir parar. Merda. J est.<br><br>Ela olha-me com um sorriso que tanto pode ser assustado, desconfiado, condescendente ou maravilhado. Excluo logo maravilhado. Decido parar de falar. Pode ser que ela pare de sorrir.<br><br>NÃ£o s nÃ£o pra como diz: â€œEst muito ocupado agora? Isto nÃ£o Ã© nada o meu gÃ©nero, mas gostava mesmo de continuar esta conversa sentada. Chamo-me Teresa, j agora.â€ Eu digo que nÃ£o, que nÃ£o estou nada ocupado. Ainda me passa pela cabeÃ§a perguntar-lhe quem Ã© que poderia estar muito ocupado a ler revistas numa livraria, mas evito a tempo. Ela continua a sorrir, Ã  espera que eu diga mais qualquer coisa, mas nÃ£o me sai nada.<br><br>â€œVamos entÃ£o?â€ FaÃ§o um gesto largo com a mÃ£o, como quem a convida a ir Ã  frente, inclinando ligeiramente a cabeÃ§a, bem-educado mas nÃ£o subserviente. <br><br>Vi isso num filme antigo com o Burt Lancaster a fazer de nobre italiano e como achei muito chique, passei a copiar. Isso e o hbito que o Benny tinha de sincronizar o aperto de mÃ£o com uma ligeira inflexÃ£o da cabeÃ§a para a frente. Vi-o a fazer o gesto anos e anos e poderia jurar que quase se ouvia o bater dos tacÃµes dos sapatos. Ele diz sempre â€œentzÃ¼cktâ€ e nÃ£o â€œservusâ€ ou â€œgrÃ¼ÃŸgottâ€ como seria de esperar de um vienense da nossa idade quando Ã© apresentado a alguÃ©m. Pensando bem na idade, ele Ã© a nica pessoa que eu conheÃ§o que beija, muito sÃ©rio, a mÃ£o das raparigas, mas para isso j me falta a lata. Comecei demasiado tarde.<br><br>Ela pergunta-me se conheÃ§o algum stio perto que nÃ£o seja uma pastelaria barulhenta. Claro que logo Ã  noite, quando estiver em casa vou-me lembrar de vinte stios maravilhosos para se estar e conversar, mas isso Ã© logo Ã  noite. Neste preciso instante nÃ£o me lembro de nenhum, a nÃ£o ser pastelarias barulhentas. â€œEste nÃ£o Ã© bem o meu bairroâ€ desculpo-me, â€œassim de repente...â€ Olho para o tecto da livraria e reparo pela primeira vez nas esculturas de querubins em talha de madeira. Os querubins nÃ£o ajudam. A bem dizer atÃ© parecem ter percebido o enorme vazio que vai na minha cabeÃ§a e o quanto isso os diverte.<br><br>â€œAh! Mas sei eu de um stio idealâ€ diz a rapariga e com isto pÃµe-se a andar. NÃ£o sei bem se devo segui-la, mas na dvida vou atrs dela. Sem parar, volta-se para trs e sorri outra vez como quem est a jogar a qualquer coisa. Vai num passo decidido que eu acompanho como se o tivesse feito desde sempre. LanÃ§o um â€œpfffâ€ superior aos querubins.<br><br>Saimos da livraria e logo aps duas esquinas entramos numa casa de ch. Do lado de fora parece uma padaria do sÃ©culo dezanove, mas na montra diz de facto â€œCasa de Châ€. L dentro nÃ£o est ninguÃ©m a nÃ£o ser o empregado por detrs do balcÃ£o que regista a nossa entrada com o esboÃ§o de um â€œboa tardeâ€ ligeiramente murmurado.<br><br>NÃ£o trocmos uma palavra desde a livraria. Sentamo-nos. Ela coloca uma pilha de livros em que eu nÃ£o tinha ainda reparado em cima da mesa, mas com os ttulos das lombadas de pernas para o ar. A nica coisa que me ocorre Ã© que vai ser dficil tentar ler o ttulo dos livros discretamente e falar ao mesmo tempo. Este gÃ©nero de problema pode consumir partes substanciais de alguns dos meus dia e hoje Ã© um desses dias. <br><br>H qualquer coisa de familiar aqui. Assim que me sentei ainda achei que pudessem ser os tampos de mrmore redondos das mesas mas agora j nÃ£o tenho a certeza. Se calhar Ã© a acstica, meio abafada pelas cortinas de veludo nas janelas. Ou entÃ£o Ã© o cheiro a marzipan e a ch preto. Quase me espanto quando o empregado se aproxima da mesa e nos pergunta, nÃ£o em alemÃ£o, mas em portuguÃªs o que Ã© que queremos tomar. <br><br>Ela pede um ch de erva-prncipe e eu uma gua mineral. <br><br>A Teresa fala numa torrente de palavras que nÃ£o jorram, brotam literalmente da palavra anterior. um fluxo constante e melodioso e eu nÃ£o estou a apanhar metade. O Benny diria que eu estou perdido nos olhos dela, mas o Benny sempre largou estas banalidades no ar como se estivesse Ã  espera que o prprio Shakespeare aparecesse nesse instante para lhe perguntar se podia usar isso na sua prxima peÃ§a.<br><br>NÃ£o, o que me fascina Ã© a voz. segura, colocada e com uma amplitude que faz lembrar uma variaÃ§Ã£o de Goldberg. Sempre as mesmas trÃªs notas, mas com que abundÃ¢ncia de combinaÃ§Ãµes. E est habituada a conversas, nota-se pelas pausas intuitivas que ela faz para fazer com que eu v dizendo qualquer coisa.<br>E eu vou dizendo. Sempre em discussÃ£o acesa comigo mesmo, reprovando a facilidade com que me entrego a um debate cujo pico creio conseguir adivinhar.<br><br>Dela j sei que Ã© mais nova do que eu (nÃ£o muito), que Ã© divorciada (muito) e que â€œvai fazendo uns negciosâ€ (muito poucos), eufemismo que me leva o seu tempo a traduzir em â€œ tenho dinheiro na famlia, faÃ§o negcios para nÃ£o me aborrecerâ€. bonita, quero dizer tem as medidas certas, a roupa certa e o sorriso just-like-so. NÃ£o custa perceber que deve fazer sucesso sem se esforÃ§ar, se bem que nÃ£o pareÃ§a preocupada com isso. Nem com fazer sucesso nem com esforÃ§ar-se.<br><br>Noutra altura ter-me-ia apaixonado por ela antes dela sequer pegar na revista. Hoje estou ainda a decidir se estou ou nÃ£o zangado por me ter deixado arrastar para um stio onde nÃ£o tenho pÃ©. <br><br>Por enquanto vou nadando.<br><br>A Teresa diz que â€œIsso nÃ£o pode ser. Se nÃ£o tens amigos, est na altura de arranjar uns. Nem que sejam os meusâ€.<br><br>Ainda me pergunto se vale a pena explicar-lhe exactamente o que Ã© que eu queria dizer com isso dos amigos, mas desisto. Ela vai querer ter mais da minha vida, eu sei, e nÃ£o vou conseguir convencÃª-la agora de que algures no futuro lhe vou decepcionar uma expectativa qualquer que ela est laboriosamente a construir neste preciso momento.<br><br>A nica coisa a fazer Ã© tentar que ela perceba j a amplitude das suas futuras desilusÃµes. Assim, sou uma pessoa sem amigos, pronto. Isto para j.]]>

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<title>Não é</title>
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<![CDATA[<p>Esta vida n&atilde;o &eacute; minha. </p><p>N&atilde;o sei como &eacute; que vim aqui parar e n&atilde;o consigo encontrar a saída. Esta vida &eacute; a vida de uma pessoa que eu n&atilde;o conhe&ccedil;o de lado nenhum e que me p&ocirc;s isto nas m&atilde;os e que nem sequer tira alívio disso.</p><p>Vamos ter que falar disto. Vou devolver-lhe a encomenda.</p>
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<title>Assim</title>
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<![CDATA[É no medo de n&atilde;o sermos diferentes que somos todos iguais
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<title>Inaction</title>
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<![CDATA[<p>We have to find courage, overcome<br />inaction is a weapon of mass destruction<br /></p><p><em>Faithless, Mass Destruction (<a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&sql=10:3fkpu3qaan2k" target="_blank" title="Faithless: No Roots">No Roots</a>)&nbsp;</em></p>]]>

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<title>Greed</title>
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<summary type="text/plain">Wether Halliburton, Enron or anyonegreed is a weapon of mass destructionFaithless, Mass Destruction (No Roots)...</summary>
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<![CDATA[<p>Wether Halliburton, Enron or anyone<br />greed is a weapon of mass destruction<br /></p><p><em>Faithless, Mass Destruction (<a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&sql=10:3fkpu3qaan2k" target="_blank" title="Faithless: No Roots">No Roots</a>) </em> <br /></p>]]>

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<title>Fear</title>
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<![CDATA[<p>Wether inflation or globalisation<br />fear is a weapon of mass destruction</p><p><em>Faithless, Mass Destruction (<a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&sql=10:3fkpu3qaan2k" target="_blank" title="Faithless: No Roots">No Roots</a>) </em> <br /></p>]]>

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<title>Racism</title>
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<![CDATA[<p>You coulda caucasian or a poor asian<br />racism is a weapon of mass destruction<br /></p><p><em>Faithless, Mass Destruction (<a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&sql=10:3fkpu3qaan2k" target="_blank" title="Faithless: No Roots">No Roots</a>) </em> <br /></p>]]>

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<title>Misinformation</title>
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<![CDATA[<p>Wether you're a soaraway sun or BBC1<br />misinformation is a weapon of mass destruction<br /></p><p><em>Faithless, Mass Destruction (<a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&sql=10:3fkpu3qaan2k" target="_blank" title="Faithless: No Roots">No Roots</a>) </em> <br /></p>]]>

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<title>A wicked mind</title>
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<![CDATA[<p>Wether long range weapon or suicide bomb<br />a wicked mind is a weapon of mass destruction<br /></p><p><em>Faithless, Mass Destruction (<a href="http://www.allmusic.com/cg/amg.dll?p=amg&sql=10:3fkpu3qaan2k" target="_blank" title="Faithless: No Roots">No Roots</a>) </em> <br /></p>]]>

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<title>Fuck you</title>
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<![CDATA[<p>fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you fuck you.</p><p>There.</p><p>I'm not feeling any better.</p><p>&nbsp;</p>]]>

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<title>Alguém?</title>
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<summary type="text/plain"><![CDATA[Hoje houve umas elei&ccedil;&otilde;es e algu&eacute;m &eacute; Presidente da República.Por favor algu&eacute;m me explique porque &eacute; que isto &eacute; t&atilde;o importante. Juro a p&eacute;s juntos que n&atilde;o estou a tentar ser cínico. O que há de t&atilde;o enorme nestas elei&ccedil;&otilde;s...]]></summary>
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<![CDATA[<p>Hoje houve umas elei&ccedil;&otilde;es e algu&eacute;m &eacute; Presidente da República.<br /><br />Por favor algu&eacute;m me explique porque &eacute; que isto &eacute; t&atilde;o importante. Juro a p&eacute;s juntos que n&atilde;o estou a tentar ser cínico. <br /><br />O que há de t&atilde;o enorme nestas elei&ccedil;&otilde;s (para n&atilde;o falar de todas as outras) que justifique a barragem de notícias dos últimos meses, de t&atilde;o enorme que vá mudar a minha vida e para que n&atilde;o me acusem já de egoísmo, de t&atilde;o enorme que vá mudar a vida de seja quem for? Amanh&atilde; &eacute; um dia diferente? E daqui a um ano? E daqui a dois? N&atilde;o &eacute; tudo igual? N&atilde;o &eacute;?<br /><br />N&atilde;o só qualquer taxista mínimamente orgulhoso da sua profiss&atilde;o dirá dos políticos que &quot;esquerda, direita, esses gajos s&atilde;o todos iguais, querem &eacute; o poder&quot;, como eu normalmente lhes dou raz&atilde;o. E encolho os ombros, penso que tudo isso nada me &eacute;, que at&eacute; vergonha tinha de ser político e que se n&atilde;o estou contente com uns ent&atilde;o &eacute; só votar noutros.<br /><br />Todas as campanhas políticas lembram-me um reality-show, ou seja qualquer coisa de vil. Sinto um tal embara&ccedil;o pelos participantes que me falta o ar. Facto &eacute; no entanto, que sem público tamb&eacute;m o reality-show n&atilde;o sobrevive. Extrapolando um nadinha mais este (parco) raciocínio, poderiamos dizer que o reality-show &eacute; o conjunto da emisss&atilde;o, do seu público, da imprensa que fala do show, do público que l&ecirc; essa imprensa, e assim ad eternum. O sucesso da emiss&atilde;o n&atilde;o se mede por ser mais ou menos &quot;real&quot;, n&atilde;o, mede-se pelo tamanho da bola de neve que se gera &agrave; sua volta. <br /><br />O que eu estou a tentar dizer com todos este discurso atrapalhado &eacute; que somos todos cúmplices at&eacute; quando dizemos mal. N&atilde;o existe isso de dizer mal da televis&atilde;o, de fazer &quot;crítica construtiva&quot;. P&ocirc;r essa quantidade de energia, seja ela negativa positiva ou neutra, a circular &eacute; sinónimo de preserva&ccedil;&atilde;o, mais, de valida&ccedil;&atilde;o ou at&eacute; defesa do sistema.<br /><br />Existe uma diferen&ccedil;a entre isto e o que se passou nos últimos meses? Sim? Porque &eacute; que eu n&atilde;o a consigo ver? Porque &eacute; que todo este circo que me antes me provocava escárnio faz agora crescer em mim uma vaga de angústia, desespero e tristeza t&atilde;o grande?<br /><br />Agonia-me pensar o qu&atilde;o fácil fui de convencer, estes anos todos, que eu era uma parte necessária do processo, nem que fosse como contrapeso. Qu&atilde;o fácil foi agarrarem-me pela vaidade, incitando-me a declamar, cada vez mais alto e mais forte, a minha integridade e o meu altruísmo.<br /><br />Tu que percebes disto <a target="_blank" href="http://pauloquerido.net">Paulo</a>, sabes?</p><p>&nbsp;</p>]]>

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<title>Rewind - retranslated</title>
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<modified>2006-01-20T12:23:20Z</modified>
<issued>2006-01-20T12:10:53Z</issued>
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<summary type="text/plain"><![CDATA[Dear Party Weirdo,I don't quite know what to say to this. It's a compliment I can't possibly pay back, except maybe by offering you not a correction, but an humble reinterpretation of your post:He didn&rsquo;t fall in love.It had been...]]></summary>
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<name>sulfurio</name>

<email>sulfurio@sulfurio.com</email>
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<![CDATA[<p>Dear <a target="_blank" href="http://atmycorner.blogspot.com/">Party Weirdo</a>,</p><p>I don't quite know what to say to <a target="_blank" href="http://atmycorner.blogspot.com/2006/01/rewind-translated.html">this</a>. It's a compliment I can't possibly pay back, except maybe by offering you not a correction, but an humble reinterpretation of your post:</p><blockquote><p><em>He didn&rsquo;t fall in love.<br /><br />It had been amply demonstrated to him that he was no longer able to abandon himself into that happy nonchalance. He had known, for some time now that his first contacts with women provoked in him automatic reactions which he couldn&rsquo;t control. In other words, he simply and slightly exaggerated the consideration he felt for them for having noticed him. When that nebulous moment came, where neither him nor she knew exactly if they were speaking seriously or just joking, he would convince himself that, since it was a joke, it couldn't possibly be more than a nervous reaction to hide the fire, the real one this time, that must consume both of them. He then felt, almost like an obligation, that he had to fall in love with the girl, as if he owed her that much.<br /><br />He took this game so seriously that he ended up always playing around the really serious situations. He was forever unable to think of passion with getting rash, frozen, as if in a single violent moment he was suddenly aware of everything he had turned his back on to and that by understanding it he could no longer go back and be unaware.</em><br /></p></blockquote><p>Thank you again.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]>

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<title>Beauty</title>
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<summary type="text/plain"><![CDATA[&quot;Beauty is nothing but the beginning of a terror we might not be able to endure...&quot;Rilke&nbsp;...]]></summary>
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<name>sulfurio</name>

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<dc:subject>Quotes</dc:subject>
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<![CDATA[<blockquote><p><em>&quot;Beauty is nothing but the beginning of a terror we might not be able to endure...&quot;</em><br /></p></blockquote><p>Rilke</p><p>&nbsp;</p>]]>

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<title>The fridge door</title>
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<summary type="text/plain"><![CDATA[Dear L,At first I didn't know quite what to make of your decision to plaster poor Yeats upon your fridge door, myself not being given to use my own for such noble purposes. However, remembering the poet's very epitaph (&quot;Cast...]]></summary>
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<email>sulfurio@sulfurio.com</email>
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<content type="text/html" mode="escaped" xml:lang="en" xml:base="http://sulfurio.weblog.com.pt/">
<![CDATA[<p>Dear <a title="L" target="_blank" href="http://lostinlisbon.blogspot.com/">L</a>,</p><p>At first I didn't know quite what to make of your decision to plaster poor Yeats upon your fridge door, myself not being given to use my own for such noble purposes. </p><p>However, remembering the poet's very epitaph (<em>&quot;Cast a cold eye on life, on death; horseman, pass by!&quot;)</em>, I must agree with you that the text can find no better home than precisely on your fridge.<br /></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]>

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